Autocrítica:
Esse foi o segundo desenho feito sob a técnica de desenhar às cegas, mas não senti que tive uma evolução em relação ao primeiro. Acredito que seja porque o objeto de desenho dessa vez era mais difícil, pois o tênis facilitou bem o desenho, se eu tivesse que desenhar o pé mesmo sei que seria bem pior. Nesse, da mão, vários fatores dificultaram minha execução: o fato de ter que manter uma mão parada enquanto desenho sem apoiar a folha, a constante alteração involuntária da posição dos meus dedos e, principalmente, essa perspectiva totalmente diferente dos desenhos de mão que já vi ou tentei fazer em algum momento da vida.
Novamente, repeti muito os traços, o que fez com que meu desenho ficasse um pouco grosseiro e não muito limpo, como se fosse um rascunho que deveria ser apagado para ser refeito com mais precisão. No entanto, essa é a forma que arrumei para conseguir criar uma forma próxima àquilo que via, além de ser um modo de consertar os erros sem usar borracha. Dessa vez acho que não observei o objeto tanto quanto a folha, pois precisei me concentrar mais nos traços para não criar um desenho todo torto e fora da realidade. Ainda assim não ficou ótimo, mas a técnica continua me ajudando e acho que vou evoluir mais com o tempo. Tentei me atentar aos detalhes como riscos na palma da mão e unhas, o que acho que ajudou a criar uma imagem mais real à minha visão.
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