domingo, 22 de março de 2026

COLAGEM SENSORIAL

 Anotações:

 


Colagem:





PROJETO 1A - PÉS

 



Autocrítica: 

Essa atividade foi um tanto desafiadora para mim, pois, diferente de muitos colegas de turma, eu nunca tive o hábito nem um grande interesse por desenho. No entanto, acredito que o enunciado e o método de desenhar "às cegas" e mantendo o olhar no objeto (meus pés) me ajudaram a executar o desenho, não com perfeição e toda a exatidão nos detalhes, mas pelo menos com formas e linhas parecidas com o que observava. Ao focar o olhar nos pés e ir fazendo linhas no papel sem olhar diretamente para ele, consegui criar uma proporção semelhante à real e os contornos acabaram saindo bem. Claro, depois tive que olhar melhor para o papel e corrigir os traços, dando atenção a detalhes como cadarço do tênis e linhas da calça, mas a forma maior já estava pronta quando o fiz. 

Eu nunca havia visto essa técnica de desenho, e se eu não tivesse tentado, diria que isso tornaria a experiência mais difícil e que o desenho ficaria ainda mais distante do esperado. Para minha surpresa, na verdade fazer isso me ajudou com as proporções e linhas, e para alguém com pouca experiência em desenho como eu, o resultado foi surpreendente e muito positivo, pois eu não acreditava que poderia ficar tão bom! Acho que essa técnica pode ser útil para mim no futuro, pois me deu uma boa base do desenho que queria executar, e com essa primeira "estrutura" feita às cegas, consegui fazer os detalhes e repetir as linhas com mais clareza e firmeza depois, resultando em um desenho relativamente preciso. Digo relativamente porque, para algumas pessoas, o meu desenho pode estar longe de bom, pouco preciso e amador, mas como eu disse, para a minha experiência e baixas expectativas o resultado foi muito positivo e preciso, graças à técnica apresentada pelos professores. 

CRÍTICA DO TRABALHO "OLHAR"

Para essa crítica irei analisar as imagens tiradas pela minha colega de turma Maria Fernanda, cujas fotos chamaram atenção e até geraram alguns comentários na turma. A imagem 1 parece um móvel ripado, como um rack ou um painel de TV, e imagino que seja isso porque uma das minhas fotos tem um formato parecido. Embora o objeto possa ser identificado principalmente pela cor e textura de madeira, o ângulo escolhido constrói uma perspectiva que aumenta a proporção do objeto e cria a imersão proposta para a atividade. O enquadramento e ângulo transformou as pequenas ripas em grandes pilastras de madeira, fazendo o espectador se sentir pequeno no ambiente fotografado.

Imagem 1

A imagem 2 parece ter passado por uma edição, pois as cores estão bem escuras e dão um ar mais misterioso ao objeto, que não consegui identificar muito bem. Suponho que seja uma garrafa ou algum outro recipiente de vidro, o que noto pela transparência e reflexão da luz no objeto em destaque, que foi posicionado em primeiro plano bastante próximo da câmera. A imagem tem uma composição interessante pelo próprio objeto e o fundo escuro, e se assemelha a um grande prédio ou torre, o que novamente cumpre o propósito da atividade.

Imagem 2

A imagem 3 foi a que mais me chamou atenção, e inclusive foi uma das imagens mencionadas na aula ao ser escolhida por outra pessoa da turma para comentar sobre. Nessa imagem, o objeto foi um teclado de computador, e para mim não foi difícil identificá-lo. No entanto, a composição da imagem e o ângulo foram muito inteligentes, pois as teclas se tornaram cadeiras de uma sala de teatro ou cinema, iluminadas por uma luz que vem da esquerda e faz parecer a iluminação de um palco ou uma grande tela, completando o cenário de cinema/teatro. Entre as três imagens, acho que essa foi a que cumpriu melhor o propósito de imersão e fez um objeto pequeno parecer uma arquitetura completamente diferente e inusitada.

Imagem 3

quarta-feira, 18 de março de 2026

PRIMEIRAS IMPRESSÕES DE HERTZBERGER

Na aula do dia 16/03, realizamos a leitura do prefácio e da introdução das partes A, B e C do livro "Lições de Arquitetura" de Herman Hertzberger. Inicialmente, me chamou a atenção a visão sociológica e até mesmo filosófica do autor em relação à arquitetura e ao papel do arquiteto e urbanista na sociedade.

Quando, logo no início do prefácio, ele afirma que a obra de um arquiteto sempre deriva de algo previamente existente, de alguma inspiração que, ainda que oculta, está presente no processo criativo do autor, senti um certo alívio pois tenho uma certa insegurança sobre não ter criatividade e visão artística suficiente para ser uma boa arquiteta. No entanto, quando penso na frase "A fonte não foi nossa própria mente, mas a cultura a que pertencemos", torno a acreditar que devo sim ter capacidade de fazer um bom trabalho, claro que com esforço e exercício dessa visão e seleção do que absorver do mundo ao meu entorno para aplicar em meus futuros projetos. Gosto da forma do autor de pensar, também pela parte em que ele compara nosso cérebro com uma biblioteca, onde consultamos memórias e experiências de acordo com a demanda e problemas. Por conta disso, me senti inspirada a consumir mais conteúdo de outros arquitetos, coletar inspirações e preencher essa biblioteca de materiais para utilizar futuramente.

Posteriormente, Hertzberger disserta sobre individualismo e coletivismo, e de repente o livro parece totalmente voltado à sociologia, mas é possível compreender que é uma discussão relacionada com a arquitetura ainda assim. Quando ele volta a falar sobre o processo criativo do arquiteto, uma citação de J. -P. Sartre me chamou atenção: "O homem é aquilo que fazem dele, mas o importante é o que ele faz com o que fazem dele". Isso volta ao assunto de inspirações e referências, mostrando como pessoas com as mesmas experiências podem possuir diferentes interpretações e, com isso, um leque de possibilidades surge como resultado.

Por fim, na parte C, "Forma convidativa", o autor fala do inevitável impacto social que um arquiteto possui na sociedade. A profissão lida diretamente com as pessoas, então é um serviço que deve ser capaz de alinhar a necessidade das pessoas de acordo com o contexto de suas relações com o espaço a ser projetado. Essa é justamente a parte da arquitetura que me encanta e me trouxe a fazer o curso, então essa parte do livro foi, para mim, uma reafirmação de que nessa profissão estarei responsável por um equilíbrio entre funcionalidade, estética e acessibilidade à população.



OLHAR

 Trabalho prático "OLHAR", aula do dia 16/03/2026


Espaço humanizado    VS    Imagem original

 



     


 




 


domingo, 15 de março de 2026

DETALHES DA ESCOLA

 Fotos tiradas na aula de 12/03/2026

Imagem escolhida para o slide:




Outras fotos:
















PLANTA DA EAD

Representação da Escola de Arquitetura de acordo com minha memória.

Desenho realizado na aula do dia 12/03/2026




APRESENTAÇÃO

Olá :D me chamo Maria Rita, tenho 18 anos e sou de Contagem - MG. No ensino médio, fiz um curso técnico de Edificações no CEFET de BH, e, inclusive, é por causa desse curso que eu me interessei pela arquitetura e vim parar aqui. Eu me considero bastante meio termo entre humanas e exatas, e o curso de arq & urb me pareceu ideal pela amplitude de áreas no estudo e na atuação. 

Os meus interesses pessoais e hobbies são bem variados, eu sou meio (bastante) nerd e gosto de coisas como anime, k-pop, jogos, etc.. Fiz parte de muitos fandoms (comunidades de fãs) ao longo da vida e ainda guardo um carinho enorme por cada um, o que faz eu me sentir como um quebra cabeça formado por pecinhas variadas que colecionei ao longo dos anos. Por conta disso, tenho muitos assuntos para conversar e tudo me interessa, uma das minhas coisas favoritas é conhecer os hobbies dos outros e ser apresentada a um novo universo de curiosidades e histórias.

Além disso, dedico muitas horas diárias à música, mas infelizmente apenas como ouvinte, pois não toco instrumentos. Gosto de muitos tipos, sendo meus favoritos k-pop, rock, metal e indie. O meu estilo é bastante influenciado pelos artistas que acompanho, gosto de conectar a música com moda e até mesmo com o meu estilo de vida. Não sou a pessoa mais artista e criativa do mundo, mas gosto de explorar diferentes estéticas e possibilidades, o que resulta em um estilo misto e meio alternativo.

Não gosto e não sou de ficar presa a padrões, o que diz muito sobre a forma como me apresento e também se relaciona com a minha escolha de cursar arquitetura e urbanismo, pois a liberdade de expressão é algo que importa muito para mim em todos os âmbitos.

eu, Rita :P M.R.♡


PROJETO 1E - VIDRO FUMÊ

  Autocrítica: Eu comecei esse desenho com mais confiança que os anteriores, pois tenho pra mim que desenhar um objeto é mais fácil que uma ...